sábado, 13 de agosto de 2016

ASTROLOGIA



Um mapa natal: calculado para o começo do Terceiro Milênio, 1 de janeiro de 2001, às 00h00 (horário de verão) em São Paulo, Brasil.

Astrologia (do grego astron, "astros", "estrelas", "corpos celestes", e logos, "palavra", "estudo") é uma pseudociência[1] apoiada por religiões ligadas à feitiçaria como a wicca,[2] segundo a qual as posições relativas dos corpos celestes poderiam prover informação sobre a personalidade, as relações humanas, e outros assuntos relacionados à vida do ser humano. É, como tal, uma atividade divinatória, quando usada como oráculo, mas também pode ser usada como ferramenta para definição das personalidades humanas. O cientista suíço Carl Gustav Jung fez estudos a respeito da astrologia; uma de suas teorias baseadas na mesma é a teoria da Sincronicidade.
Os registros mais antigos sugerem que a Astrologia surgiu no terceiro milênio a.C. Ela teve um importante papel na formação das culturas, e sua influência é encontrada na Astronomia antiga, nos Vedas, na Bíblia, e em várias disciplinas através da história. De fato, até a Idade Moderna, Astrologia e Astronomia eram indistinguíveis. A Astronomia começou a divergir gradualmente da Astrologia desde o tempo de Cláudio Ptolomeu, e essa separação culminou no século XVIII com a remoção oficial da Astrologia do meio universitário. Hoje no Brasil existe o Curso de Aperfeiçoamento em Formação e Pesquisa Astrológica no centro universitário de Brasília (UNICEUB), coordenado pelo astrólogo Francisco Seabra. Não existem registros oficiais de cursos de astrologia em outras universidades, mesmo nosEstados Unidos.
Os astrólogos afirmam que o movimento e as posições dos corpos celestes podem influenciar diretamente ou representar eventos na Terra e em escala humana. Alguns astrólogos definem a Astrologia como uma linguagem simbólica, uma forma de arte, ou uma forma de vidência, enquanto outros definem como ciência social e humana.
Nenhum estudo científico realizado até hoje mostrou a eficiência da astrologia para descrever personalidades ou fazer previsões e, por isto, ela é considerada pela comunidade científica uma pseudociência ou superstição [1], não compatível com o Método Científico [3]. No paradigma da física moderna, não existe nenhuma forma de interação que poderia ser responsável pela transmissão da suposta influência entre uma pessoa e a posição de planetas e estrelas no céu no momento do nascimento. Além disso, todos os testes feitos até agora, mantendo métodos rigorosos para incluir um grupo de controle e mascaramento adequado entre experimentadores e sujeitos, não resultaram em qualquer efeito além do puro acaso. Por outro lado, alguns testes psicológicos mostram que é possível elaborar descrições de personalidade e previsões suficientemente genéricas para satisfazer a maioria dos membros de um grande público ao mesmo tempo. Este é o efeito conhecido como o Efeito Forer.

Descrição


Horóscopo Astrológico
Durante séculos, a Astrologia se baseou na observação de objetos celestes e no registro de seus movimentos. Mais recentemente, os astrólogos têm usado dados coletados pelos astrônomos e organizados em tabelas chamadas efemérides, que mostram as posições dos corpos celestes.
A ferramenta principal da Astrologia é o Horóscopo (também conhecido como carta natal, carta astrológica, mapa natal, mapa de nascimento, ou apenas carta). Este mapa é um diagrama bidimensional que representa a posição dos corpos celestes vistos de certo local, que pode variar desde o centro da Terra, à sua superfície, e até tendo o Sol como ponto central. A interpretação do mapa leva em consideração:
  • posição destes corpos em relação aos signos do zodíaco,
  • cálculo das dignidades astrológicas,
  • posição absoluta e relativa destes corpos dentro de um dos sistemas de casas astrológicas,
  • os aspectos astrológicos: relação trigonométrica dos corpos celestes entre si,
Há, no entanto, diferenças na forma como estes apoios básicos são usados nas diferentes tradições, as quais incluem: desenvolveram, ao observar o céu, um ou outro tipo decalendário, para medir as variações do clima no decorrer do ano. A função primordial destes calendários era prever eventos cíclicos dos quais dependia a sobrevivência humana, como a chegada das chuvas ou do frio. Esse conhecimento empírico foi a base de classificações variadas dos corpos celestes. As primeiras ideias de constelação surgiram dessa necessidade de acompanhar o movimento
Também de maneira geral estas tradições incluem abordagens diferentes, entre elas:
Ao longo do tempo,a Astrologia deixou sua marca na linguagem; influenza, nome antigo dado à gripe, veio a atribuição pelos médicos de causas planetárias à doença. Desastrevem do latim dis aster (má estrela), considerar de sider, porque se acreditava que o ferro vinha do espaço.
Embora a Astrologia ocidental use quase que exclusivamente o zodíaco tropical, a Astrologia hindu usa o zodíaco sideral, que é mais próximo da posição astronômica dos astros no céu, mas seguindo a mesma forma de divisão do céu que o Tropical.

Técnicas astrológicas

A Astrologia atual recorre, essencialmente, à interpretação do Horóscopo Natal do indivíduo (ou entidade) em estudo, e na associação dos significados astrológicos ao contexto da situação apresentada em consulta.
A análise preditiva recorre ainda a algumas técnicas específicas, entre as quais, os Trânsitos (comparação da posição dos planetas, num determinado momento, sobre o Horóscopo Natal do objecto de análise), as Progressões (primárias, secundárias, e terciárias), as Direções de Arco (sendo o Arco Solar o mais utilizado), e o Retorno Solar(cálculo de um novo Horóscopo para o momento do ano em que o Sol passa exatamente em cima do grau em que estava no momento de nascimento da entidade em análise).
A Astrologia Horária, apesar de ter quase desaparecido ao longo do século XX, tem voltado nos últimos anos, em grande parte devido ao renovado interesse em explorar as técnicas tradicionais da Astrologia antiga.

Conceitos clássicos

Os signos e as características humanas

Segundo Bruno Ferreira Pires (século XXI) em seu site Vivastro, os signos do zodíaco representam características da psicologia humana na forma que segue:
  • Áries—ação, impetuosidade, impulsividade.
  • Touro—calma, possessividade, inércia.
  • Gêmeos—dúvida, dispersão, movimento.
  • Câncer—sentimento, acolhimento, intuição.
  • Leão—honra, egocentrismo, coragem.
  • Virgem—espiritualidade,humanismo, perfeccionismo.
  • Libra—equilíbrio, diplomacia, diálogo.
  • Escorpião—intensidade, sexualidade.
  • Sagitário—objetividade, individualidade.
  • Capricórnio—persistência, trabalho, resistência.
  • Aquário—originalidade, criatividade, eloquência.
  • Peixes—sensibilidade, sensitividade, idealismo.

Os signos e as partes do corpo

Segundo Marcus Manilius (século I) em seu poema Astronomica, os signos do zodíaco regem as partes do corpo na forma que segue:
Astrologia médica usa também associações entre planetas e partes do corpo.

Pedras zodiacais

História

As várias astrologias

Além da que se chama hoje ocidental, são praticadas hoje no mundo todo outras formas de astrologia.
Na China, a astrologia é conhecida a partir de 2000 a.C. Diz a tradição que Buda, ao morrer, chamou os animais para se despedir e somente 12 vieram e estes são os anos da Astrologia Chinesa.
Índia conheceu a astrologia da antiga Mesopotâmia quando foi invadida, por volta de 1500 a.C.
Os Astecas usavam uma astrologia com 20 signos. Um padre espanhol, que acompanhou a tomada de Hernán Cortés, codificou a astrologia dos Astecas.
A astrologia inglesa do século XIX teve forte influência da teosofia, como praticada por Alice BaileyAlan Leo e Charles Carter são dois de seus expoentes, e dessa linha surgiu a Faculdade de Astrologia de Londres.
Um missionário da Idade Média conta que encontrou o ponto onde o céu e a Terra se encontram...
Depois dos estudos de astrologia e alquimia por Carl Gustav Jung, a astrologia psicológica tomou corpo em bases principalmente junguianas, embora exista uma astrologia transpessoal baseada no trabalho de Roberto Assagioli.
Mais recentemente há um renascimento da astrologia clássica, com grande número de obras da antigüidade e renascença sendo retraduzidas para o inglês, a partir de originais em árabe, grego e latim.


Astrologia e ciência

A comunidade científica não considera a astrologia uma ciência, embora haja astrólogos que procurem dar respeitabilidade às suas atividades usando justificações que afirmam serem científicas. Um grande número de astrólogos praticantes e de "filósofos da astrologia" a vê como uma arte baseada em conhecimento técnico, conhecimento tradicional e uma concepção sistêmica do universo.
Uma das ideias base da astrologia, talvez seu pilar fundamental, é a de que "os eventos na Terra estão relacionados aos movimentos dos planetas no céu[4]; ou de forma explicita, que o posicionamento dos astros no momento do nascimento de uma pessoa determinam não apenas o seu caráter mas também seu destino. Contudo não há consenso entre os astrólogos sobre como se processa esta relação: uns a atribuem a influência de campos eletromagnéticos ou semelhantes, vínculo imediatamente rechaçado pela ciência; outros a ciclos, analogiasincronicidade, ou outras formas de correlacão mais sutis, nenhuma delas apoiada em qualquer fundamento científico sólido, contudo.
Na tentativa de estabelecer reconhecimento pela ciência oficial, o trabalho estatístico de Michel Gauquelin analisando exaustivamente a possível influência de determinados planetas no sucesso profissional via confronto de dados coletados com o mapa astral de diversas personalidades importantes em várias áreas de atuação é amplamente citado pelos astrólogos quando se encontram em meios acadêmicos; contudo a pergunta chave ainda persiste: "Por que as posições de outros planetas contra o céu ao fundo, conforme vistos da Terra, deveriam ter quaisquer correlações com as macromoléculas que se denominam vida inteligente e um planeta inferior?" [5]. Os astrólogos não fornecem resposta conclusiva aceitável, científica ou não, à questão."
Uma questão importante que pesa contra a validade da astrologia atrela-se aos gêmeos univitelinos. A concepção é única, e há casos em que "o encontro com a luz" dá-se com diferença de menos de um minuto, de forma que as posições dos astros no céu são, para ambos, exatamente as mesmas uma vez consideradas as incertezas intrínsecas à confecção de seus mapas astrais. Contudo, não raro são os casos em que os gêmeos têm personalidades e destinos muito distintos um do outro. A situação mostra-se análoga ao se considerarem casos de nascimentos simultâneos a partir de mães diferentes. Outra questão importante atrela-se à não falseabilidade das afirmações astrológicas. São poucas para não dizer inexistentes as "previsões" astrológicas que não se mostram vagas o suficiente para se aplicarem a qualquer situação.[4].
Geoffrey Dean, pesquisador australiano que realizou testes extensivos sobre astrologia, inverteu as leituras astrológicas de 22 pessoas, substituindo as frases originais dos horóscopos por outras que diziam o oposto. Ainda assim, as pessoas nesse estudo disseram que as leituras se aplicavam a elas tão frequentemente (95% das vezes) quanto as pessoas a quem foram dadas as leituras corretas. Aparentemente, aqueles que procuram astrólogos desejam apenas uma orientação, qualquer que seja ela.[6]
Para o físico britânico Stephen Hawking, contudo, "... o verdadeiro motivo por que a maioria dos cientistas não acredita em astrologia não é a existência de provas científicas ou falta delas, e sim o fato de ela não ser compatível com outras teorias [científicas] testadas pela experiência.". Seguindo-se o seu raciocínio, o estabelecimento do modelo heliocêntrico por Nicolau Copérnico e Galileu Galilei bem como o estabelecimento da mecânica celeste por Isaac Newton - desvendando a regularidade e estabelecendo a previsibilidade com precisão outrora inimaginável dos movimentos dos planetas no céu - transformaram a astrologia em algo extremamente inaceitável (ao menosracionalmente).

Teorias sobre o funcionamento da astrologia

Após a divisão da astronomia e a astrologia, sempre houve os que vêem a astrologia como pseudociência que se utiliza de maneira mística dos conhecimentos de astronomiapara tentar estabelecer relações entre o comportamento humano e as posições dos astros, tentando fazer previsões baseadas nesses dados.
Muitos astrólogos atuais pensam que os astros influenciam a personalidade ou características de pessoas ou eventos que ocorrem na Terra, mas muitos outros pensam que há outra relação, que não a de influência, como a sincronicidade da astrologia psicológica de base junguiana.
Buscando ser aceite como ciência, a astrologia procura preencher os dois critérios que a enquadrariam como tal:
  1. Previsibilidade: passível de ser comprovada por observadores de outras disciplinas científicas.
  2. Consistência: interna e externa, ou seja, no âmbito da filosofia das ciências.
A astrologia deverá demonstrar, portanto, que funciona, e explicar porque funciona.
Não há consenso sobre a forma como a astrologia supostamente funciona.
No curso da história, vemos o surgimento de explicações diferentes. Santo Alberto Magno pensava que, embora as estrelas não possam influenciar a alma humana, influenciam o corpo e a vontade humanos.
Heinrich Cornelius Agrippa von Nettesheim (1486-1535) via o universo como o Unus mundus, onde o que ocorre no mundo celestial chega até o mundo dos fenômenos, intermediado pela esfera dos corpos celestes. Nesta concepção, a relação entre a esfera dos corpos celestes e a esfera humana não é de causalidade, mas de analogia ousincronicidade.
Astrólogos de orientação biológica procuram a explicação nos ritmos e ciclos biológicos, como os circadianos e lunares. John Addey, astrólogo inglês, realizou vários levantamentos estatísticos em busca da comprovação de conceitos astrológicos, como o de quase mil nonagenários e a relação Sol-Saturno. Descobriu, assim, o significado das relações harmônicas entre períodos cósmicos.
Outra concepção é que a influência se dá através da variedade de raios cósmicos que chegam ao nosso planeta. Ebertin é um dos defensores desta hipótese.
Uma forma diferente de abordagem é a da sincronicidade, conceito expresso por C.G.Jung. Jung estudou grande número de mapas de nascimento de casais, e supôs que haveria relações interessantes entre os sóis e as luas dos cônjuges.[7]

Ver também

Fontes

  • Anna Maria Costa Ribeiro: Conhecimento da Astrologia, Hipocampo.
  • Derek e Julia Parker: O Grande Livro da Astrologia, Círculo do Livro.
  • Helena Avelar e Luis Ribeiro: Tratado das Esferas, Pergaminho.
  • Melanie Reinhart: Chiron and the Healing Journey, Starwalker Press.

Referências

  1. ↑ Ir para:a b Hawking,Stephen - O Universo numa Casca de Noz - Editora ARX - 9 edição - ISBN 85-7581-017-0.
  2. Ir para cima Conforme inquirido por Stephen Hawking em seu livro "O Universo numa Casca de Noz".
  3. Ir para cima Alexandre Wuensche, Carlos. (2009). "Astronomia versus Astrologia". Ciência hoje 43 (256): 24 à 29.
  4. Ir para cima "Exemplo da prática de horóscopo"HSG.com

AS CAUSAS DA LABIRINTITE E DICAS CASEIRAS PARA TRATAR EN CASA





Labirintite – também conhecida como otite interna – é causada por uma afecção que atinge a audição e as funções do labirinto, estrutura interna do ouvido responsável pela audição e equilíbrio.


Comumente, resulta em tonturas e uma incapacidade de se manter em linha reta por um período longo. Além disso, pode causar zumbido no ouvido e, eventualmente, leva a uma perda auditiva temporária até que a infecção seja totalmente tratada.
1) Quais são os sintomas da labirintite?



Dificuldade em focar os olhos por causa de movimentos oculares involuntários
Tontura
A perda de audição em um dos ouvidos
Perda de equilíbrio
Náuseas e vômitos
Zumbido nos ouvidos


O zumbido é um ruído que é originado no ouvido ou na cabeça e raramente representa um risco ao estado de saúde, mas pode ser um incômodo tremendo dependendo do seu nível. No Brasil, aproximadamente 28 milhões de pessoas sofrem de algum grau de perda de audição e zumbido. O zumbido pode surgir em qualquer uma das seguintes áreas: no ouvido externo, no ouvido médio, no ouvido interno ou por anomalias no cérebro. Algum ruído ou zumbido na cabeça é normal, por exemplo, se alguém entra em uma cabine à prova de som e o ruído exterior normal é diminuído, essa pessoa torna-se ciente destes sons normais do corpo. Nós geralmente não somos conscientes desses sons porque os ruídos do ambiente os mascaram.


Uma das causas mais comuns de zumbido é o dano para as terminações microscópicas do nervo auditivo na orelha interna. A idade avançada é geralmente o caso que apresenta a deficiência auditiva do nervo e, consequentemente, o zumbido crônico. Hoje, a exposição ao ruído alto é uma causa muito comum de zumbido e, muitas vezes, de danos na audição também. Infelizmente, muitas pessoas não se preocupam com os efeitos nocivos do ruído excessivamente alto, armas de fogo e música em alto volume.


Alguns medicamentos (por exemplo aspirina) e outras doenças da orelha interna (Síndrome de Meniere) também podem causar zumbido.
2) Existem tratamentos?
Para quem sofre de Labiritite há tratamentos eficazes que eliminam o vírus e os sintomas causados pelas bactérias. O tratamento Ayurveda de origem indiana ajuda a tratar as infecções e sintomas através de ervas. Além do Ayurveda, medicamentos herbais, como Punarnava, Amalaki, Haritaki e Saariva também ajudam a tratar a inflamação no ouvido interno. O tratamento de Ayurveda é rápido e eficaz, a maioria dos pacientes retorna para a saúde normal dentro de alguns dias a algumas semanas. No entanto, se a doença não for tratada adequadamente ou ignorada pelo paciente, podem surgir doenças como meningite e outras.


Se você tiver algum sintoma descrito abaixo, procure um médico para adquirir informações sobre tratamentos convencionais. Tratamentos médicos convencionais para a labirintite incluem anti-histamínicos e corticosteróides. Sedativos como Valium pode também ser indicados para alguns pacientes.
3) Exercícios para evitar a tensão no trabalho


Existem exercícios que podem ajudar na recuperação do equilíbrio e a treinar seu corpo para processar os sinais enviados pelos ouvidos. Os exercícios que você fará fazem parte de um tratamento chamado terapia de reabilitação vestibular (do inglês, VRT). Siga o movimento do desenho abaixo.



4) Dicas caseiras para tratar os sintomas da labirintite
Deite de lado.
Evite consumir sal e açúcar, principalmente os refinados.
Evite chocolate, café e álcool. Ele prejudicam o sistema do labirinto entre outras funções do corpo.
Evite ambientes estressantes, principalmente ambientes barulhentos.
Consuma muita água. Não é necessário contar os litros. Especialistas indicam que não existe controle melhor do que o sistema do corpo, a sede.
Elimine o cigarro. Caso não seja fumante, evite ambientes onde outras pessoas estejam fumando.
Mantenha o peso sobre controle. Pratique atividade física.
Faça massagem circulares na região da nuca.
Evite o consumo de refrigerantes, sucos industriais. Além de outros componentes que prejudicam a saúde, eles ricos em açúcares refinados.
Invista na ingestão de legumes verde escuros e frutas.


Salve o nosso infográfico no seu computador para lembrar todos os dias.



5) Receitas naturais para tratar labirintite:


Ótimas opções para tratar a labirintite é a ingestão de chás naturais. A dica é preparar a infusão de erva doce, alecrim e cravos da índia. Despeje todos estes ingredientes em 200 ml de água fervente e beba algumas vezes ao dia.


Mais uma excelente opção para amenizar os sintomas da labirintite é o Ginkgo Biloba, repleto de substâncias que contribuem para as funções dos vasos sanguíneos. A ingestão pode ser por meio das folhas e também do pó, basta acrescentar meio litro de água. O chá deve ser consumido três vezes ao dia.



sexta-feira, 12 de agosto de 2016

JESUS OU YESHUA REALMENTE EXISTIU ??? HÁ ALGUMAS EVIDENCIAS HISTÓRICAS DE JESUS ???


JESUS OU YESHUA REALMENTE EXISTIU ??? HÁ ALGUMAS EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS DE JESUS ???




Resposta: Normalmente, quando se faz esta pergunta, a pessoa a perguntar a qualifica como “fora da Bíblia”. Não apoiamos essa idéia de que a Bíblia não possa ser considerada uma fonte de provas para a existência de Jesus. O Novo Testamento apresenta centenas de referências a respeito de Jesus Cristo. Há aqueles que datam a escritura dos Evangelhos no segundo século d.C., mais de 100 anos após a morte de Jesus. Mesmo que fosse este o caso (o que fortemente questionamos), em termos de provas antigas, escritos com menos de 200 anos depois de acontecimentos são considerados provas muito confiáveis. Além disso, a vasta maioria de estudiosos (cristãos ou não-cristãos) apoiam que as Epístolas de Paulo (pelo menos algumas delas) foram de fato escritas por Paulo no meio do primeiro século d.C., menos de 40 anos após a morte de Jesus. Em termos de manuscritos antigos que sirvam como provas, esta forte é extraordinária prova da existência de um homem chamado Jesus em Israel no começo do primeiro século d.C.


Também é importante reconhecer que no ano 70 d.C. os Romanos invadiram e destruíram Jerusalém e a maior parte de Israel, chacinando seus habitantes. Cidades inteiras foram literalmente incendiadas e desapareceram! Não deveríamos nos surpreender, então, que muitas das provas da existência de Jesus tenham sido destruídas. Muitas das testemunhas oculares de Jesus teriam sido mortas. Estes fatos provavelmente limitaram a quantidade de relatos vindos de testemunhas oculares de Jesus.


Considerando o fato de que o ministério de Jesus foi altamente confinado a um lugar culturalmente atrasado e isolado, uma pequena vila do grande Império Romano, uma grande e surpreendente quantidade de informações sobre Jesus ainda pode ser extraída de fontes históricas seculares. Algumas das mais importantes provas históricas de Jesus Cristo incluem:


Tácito, romano do primeiro século, que é considerado um dos mais precisos historiadores do mundo antigo, mencionou “cristãos” supersticiosos (“nomeados a partir de Christus”, palavra latina para Cristo), que sofreram nas mãos de Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Seutônio, secretário chefe do Imperador Adriano, escreveu que houve um homem chamado Chrestus (ou Cristo) que viveu durante o primeiro século (“Anais” XV,44).


Flávio Josefo é o mais famoso historiador judeu. Em seu Antiguidades Judaicas, se refere a Tiago: “o irmão de Jesus, que era chamado Cristo.” Há um verso polêmico (XVIII,3) que diz: “Agora havia acerca deste tempo Jesus, homem sábio, se é que é lícito chamá-lo homem. Pois ele foi quem operou maravilhas... Ele era o Cristo... ele surgiu a eles vivo novamente no terceiro dia, como haviam dito os divinos profetas e dez mil outras coisas maravilhosas a seu respeito.” Uma versão diz: “Por esse tempo apareceu Jesus, um homem sábio, que praticou boas obras e cujas virtudes eram reconhecidas. Muitos judeus e pessoas de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos o condenou a ser crucificado e morto. Porém, aqueles que se tornaram seus discípulos pregaram sua doutrina. Eles afirmam que Jesus apareceu a eles três dias após a sua crucificação e que está vivo. Talvez ele fosse o Messias previsto pelos maravilhosos prognósticos dos profetas" (Josefo, "Antiguidades Judaicas" XVIII,3,2).


Julio Africano cita o historiador Talo em uma discussão sobre as trevas que sucederam a crucificação de Cristo (Escritos Existentes, 18).


Plínio, o Jovem, em Epístolas 10:96, registrou práticas primitivas de adoração, incluindo o fato de que os cristãos adoravam Jesus como Deus e eram muito éticos, e inclui uma referência ao banquete do amor e a Santa Ceia.


O Talmude da Babilônia (Sanhedrin 43 a) confirma a crucificação de Jesus na véspera da Páscoa, e as acusações contra Cristo de usar magia e encorajar a apostasia dos judeus.


Luciano de Samosata foi um escritor grego do segundo século que admite que Jesus foi adorado pelos cristãos, introduziu novos ensinamentos e foi por eles crucificado. Ele disse que os ensinamentos de Jesus incluíam a fraternidade entre os crentes, a importância da conversão e de negar outros deuses. Os Cristãos viviam de acordo com as leis de Jesus, criam que eram imortais, e se caracterizavam por desdenhar da morte, por devoção voluntária e renúncia a bens materiais.


Mara Bar-Serapião confirma que Jesus era conhecido como um homem sábio e virtuoso, considerado por muitos como rei de Israel, executado pelos judeus, e que continuou vivo nos ensinamentos de seus seguidores.


Então temos os escritos Gnósticos (O Evangelho da Verdade, O Apócrifo de João, O Evangelho de Tomé, O Tratado da Ressurreição, etc.) todos mencionando Jesus.


De fato, podemos quase reconstruir o evangelho somente a partir de primitivas fontes não-cristãs: Jesus foi chamado Cristo que significa O Ungido (Josefo), praticou “magia”, conduziu Israel a novos ensinamentos, por eles foi pendurado na Páscoa (O Talmude da Babilônia) na Judéia (Tácito), mas afirmou ser Deus e que retornaria (Eliezar), no que seus seguidores creram – O adorando como Deus (Plínio, o Jovem).


Um conceito do judaísmo, o Messias (em hebraico: משיח, transl. Māšîªħ, Mashíach, Mashíyach, "Ungido", a forma asquenazi é Moshiach, e a aramaica é meshicha/meshiacha) refere-se, principalmente, à profecia da vinda de um descendente do Rei Davi, que reconstruirá a nação de Israel e restaurará o reino de Davi, trazendo paz ao mundo.


Cristo é o termo usado em português para traduzir a palavra grega Χριστός (Khristós) que significa "Ungido". O termo grego, por sua vez, é uma tradução do termo hebraico מָשִׁיחַ (Māšîaḥ), transliterado para o português como Messias


Os cristãos, com algumas exceções, consideram que Jesus Cristo é o Messias. A palavra "Cristo" (em grego Χριστός, Christós, "O Ungido" ou "O Consagrado") é uma tradução para o grego do termo hebraico mashiach.


Concluindo, há provas devastadoras da existência de Jesus Cristo, tanto na história secular quanto bíblica. Talvez a maior prova que Jesus realmente existiu seja o fato de que literalmente milhares de cristãos no primeiro século d.C., incluindo os 12 apóstolos, se desprenderam a ponto de dar suas vidas como mártires por Jesus Cristo. As pessoas morrerão pelo que creem ser verdade, mas ninguém morrerá pelo que sabe ser uma mentira.











quinta-feira, 11 de agosto de 2016

XÓGUM - A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO











Xógum A Gloriosa saga do Japão


Autor (es) : James Clavell

Idioma : Português

Ilustrador : Vilmar Rodrigues (capa)

Tradutor : Manuel Paulo Ferreira

Editora : Nórdica

Lançamento : 1981 (Brasil)



Xógum - A Gloriosa Saga do Japão (título original: Shōgun) é um romance escrito em 1975 por James Clavell que se passa por volta de 1600 alguns meses antes da grande batalha de Sekigahara e que relata a ascensão do daimyo "Toranaga" (uma analogia a Tokugawa Ieyasu) ao Xogunato, vista pelos olhos de um piloto Inglês o qual os atos heróicos lembram as façanhas deWilliam Adams. Resumo

John Blackthorne é um piloto inglês capitão do Erasmus, um navio holandês que naufragou na costa do Japão. Ele e poucos dos sobreviventes da embarcação holandesa foram capturados por ordem do samurai Omi-san que os manteve aprisionados por dias em um buraco, até que os marinheiros soubessem se comportar de forma civilizada (pelos olhos dos japoneses). O daimyo de Omi-san, Yabu-san chega e resolve executar aleatoriamente um dos navegadores cozinhando-o vivo. Por sugestão de Omi, Yabu decide guardar as armas e o dinheiro que estavam a bordo do Erasmus em favor próprio, mas é traído por um de seus samurais que informa tudo a Toranaga (futuramente senhor, e daymio mais poderoso que Yabu), o que faz com que Yabu dê todos os bens para seu senhor. Como os japoneses não conseguiam pronunciar seu nome, Blackthorne foi chamado de Anjin que significa piloto.

Com um padre Jesuíta fazendo o papel de tradutor, o piloto foi interrogado por Toranaga. Por ser protestante ele tentou fazer com que o Daimyo ficasse contra os Jesuítas, fazendo com que Toranaga se surpreendesse ao saber que o Cristianismo era dividido em duas partes nos países europeus. A entrevista acaba quando Ishido, o principal rival de Toranaga, chega querendo saber sobre o "bárbaro", Blackthorne. Toranaga então manda o piloto para a cadeia acusado de pirataria para mantê-lo afastado de Ishido. Na prisão, Blackthorne conhece um padre franciscano quem lhe conta detalhes sobre as conquistas jesuíticas e o as trocas com o navio negreiro (Navio Negro). Os japoneses necessitavem da seda chinesa, porém eles não podiam negociar com os chineses diretamente. Os portugueses atuavam como intermediários, embarcando as mercadorias no Navio Negro, e assim obtendo muito lucro. Com a ajuda do padre, Blackthorne começa a aprender o japonês básico.

Após quatro dias de cativeiro, Blackthorne foi tirado da prisão pelos homens de Ishido mas estes são interrompidos por Toranaga que "captura" o piloto das mãos de seu rival. Em sua próxima entrevista, Toranaga utiliza uma outra tradutora, Mariko, uma japonesa convertida ao Cristianismo que se sente dividida entre sua nova fé e sua lealdade por ser samurai e a Toranaga.

No meio de tudo isso, Toranaga (que é um dos regentes) é "obrigado" pelo conselho de regentes a cometer um ritual de suicídio forçado. Para escapar dessa ordem, ele deve escapar do Castelo de Osaka, o que é feito com Toranaga se disfarçando de mulher em uma liteira com uma caravana de viajantes saindo do castelo. Blackthorne, por ironia do destino, percebe essa troca, e quando Ishido aparece no portão de saída do castelo e quase descobre a farsa, Blackthorne cria uma confusão salvando Toranaga, começando assim a conquistar a confiança do daimyo que controla a planície de "Kwanto" (que em nosso mundo "real" se chama Kanto), onde atualmente se localiza a cidade de Tóquio.

Aos poucos Blackthorne vai melhorando sua fala japonesa e se adaptando aos japoneses e sua cultura, e muitas vezes aprendendo a respeitá-la. Os japoneses, por outro lado, se sentem cada vez mais incomodados com a presença de Blackthorne, mas ao mesmo tempo ele é de valor inestimável devido a seu conhecimento do mundo. Algo que faz com que os japoneses comecem a pensar de outra forma é a tentativa de Blackthorne de cometer seppuku devido a um insulto. Ele mostrou coragem de tentar cometer suicídio sem perder sua honra o que deixou os japoneses impressionados. A partir disso os japoneses começaram a respeitá-lo mais e ele recebeu o status de samurai e hatamoto. Quanto mais tempo Blackthorne passava com Mariko, mais ele a admirava.

O piloto então fica dividido entre sua afeição por Mariko (que é casada com um poderoso samurai, Buntaro), sua crescente lealdade para com Toranaga, e seu desejo de voltar a navegar a bordo do Erasmus para capturar o Navio Negro.

Paralelamente a todos esses fatos, o livro também conta detalhes da briga entre Toranaga e Ishido, e também relata as manobra políticas da Igreja Católica Romana, particularmente dos jesuítas. Há também os conflitos entre os Daimyos cristãos (que estão interessados em preservar e expandir os poderes da Igreja Católica no Japão) e os Daimyos que são contra o Cristianismo e a favor do Budismo e do Xintoísmo, nativos da região.

Ishido mantém um grande número de familiares de outros Daimyos como reféns em Osaka, tratando-os como convidados. Enquanto ele mantê-los como reféns, nenhum outro Daimyo, nem mesmo Toranaga ousará atacá-lo. Ishido tem esperanças em forçar Toranaga ao castelo e, na presença de todos os regentes, ordenar Toranaga a cometer suicídio. Para livrá-lo desta situação, Mariko se oferece para ir até o Castelo de Osaka e enfrentar Ishido, a fim de libertar todos os reféns. No meio da viagem até Osaka, Mariko e Blackthorne se tornam amantes.

O enredo se divide em dois livros, é uma combinação perfeita de um drama histórico (marcado por romance, sexo, coragem, e religião) e um drama político. Veracidade Histórica

Assim como outros livros de James Clavell, o enredo e muitos dos personagens são baseados em eventos atuais, os quais fazem a ambientação para a história. Os personagens principais em Xógun são baseados na figuras históricas:
Goroda: Oda Nobunaga
Nakamura: Toyotomi Hideyoshi
Toranaga: Tokugawa Ieyasu
Blackthorne: William Adams
Ochiba: Yodo-Dono
Genjiko: Oeyo
Yaemon: Toyotomi Hideyori
Sudara: Tokugawa Hidetada
Ishido: Ishida Mitsunari
Mariko: Hosokawa Gracia
Martin Alvito: João Rodrigues
Akechi Jinsai: Akechi Mitsuhide
Johann Vinck: Jan Joosten van Lodensteijn
Swordsmith Murasama: Sengo Muramasa
Yodoko: Nene
Paul Spillbergen: Jacob Quaeckernaeck
Buntaro: Hosokawa Tadaoki
Hiromatsu: Hosokawa Fujitaka
Onoshi: Otani Yoshitsugu


O nome do navio Erasmus foi provavelmente tirado do nome do navio De Liefde, que foi pilotado por William Adams e que atracou na costa do Japão em 1600. O Erasmus"verdadeiro" foi renomeado para se encaixar com os nomes de outros quatro navios da expedição que deixou a Holanda em 1598.

O livros está repleto de anacronismos. Um exemplo disto é que logo no começo do livro, foi dito que um personagem praticava judô, sendo que essa arte marcial ainda não havia sido desenvolvida.




                                        



                                            



                                    





TORANAGA
Adaptações


O livro foi adaptado para uma minissérie de televisão, um musical da Broadway e diversos jogos de computador.

A minissérie, Xógun, foi produzida em 1980. Com duração de nove horas (vinte, considerando os comerciais), foi transmitida em cinco noites. Estrelando Richard Chamberlain,Toshiro Mifune, Yoko Shimada e John Rhys-Davies. A minissérie foi editada para uma versão de duas horas (para os cinemas).

Existem três jogos de computador baseados no livro. Dois adventures de texto, com gráficos fracos que foram produzidos para Amiga e PC, e vendidos com o nome de James Clavell's Shogun, pela Infocom, e Shogun (Mastertronic). Por fim um adventure com gráficos foi desenvolvido para Commodore 64 em 1986. Nenhum desses jogos estão disponíveis para a compra atualmente.