sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Folclore Brasileiro - Muguibu, O ser folclórico da floresta do litoral do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco.

                            

                       

                  Ser folclórico da floresta do litoral do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco.

Entidade do folclore Pernambucano Brasileiro. a primeiras citações sobre Muguibu são seculo 17 no Cabo de Santo Agostinho e é um verdadeiro mistério, como ele surgiu.  Este ser habita as matas da praia de Gaibu, Sitio Nazaré, Calhetas e matas locais. Só os idosos antigos sabiam dessa lenda, que já vinha desde os seus antepassados. pois diziam na época que o avistaram nas matas praieiras. 

Ser medonho e assustador. Muguibu era alto e tinha o corpo todo coberto de musgos, galhos, raízes e plantas. com cabeça humana metade negro africano, metade índio Pernambucano.

Do lado direito, uma cabeça de Teiú e do lado esquerdo, uma cabeça de Timbu.

Quem o vise nas profundezas destas florestas e matas, depois o procuravam mais não a achavam mais, pois ele some do nada. no mesmo dia a pessoa que o avistou, ficava muita assutada, pois a visão era terrível e a noite tinha um terrível pesadelo, o próprio Muguibu o perseguia por toda a mata. 

Ele só aterroriza quem maltrata a mata e a fauna local, como caçadores e destruidores das florestas. é um ser sobrenatural defensor da natureza e não matava ninguém. só o pesadelo enlouquecia o afortunado avistador.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Anvisa libera venda de produtos à base de Cannabis no Brasil

Anvisa libera venda de produtos à base de 
Cannabis no Brasil




Entenda o que muda com a decisão e esclareça suas dúvidas a respeito da questão

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou a venda de produtos à base da planta Cannabis para uso exclusivamente terapêutico no Brasil. A decisão, que passa a valer daqui a 90 dias e com validade de três anos, foi considerada um avanço por importantes setores da área médica e legal. Mas não deixou de levantar discussões e muitas dúvidas a respeito. Consultamos dois especialistas para entender melhor sobre o uso desses produtos. Confira: 

Como era antes
Até o começo de dezembro de 2019, apenas a importação de produtos à base de Cannabis (para uso terapêutico) era permitida. Contudo, para uma pessoa ter acesso a um tratamento com o extrato ou óleo, era preciso um longo processo burocrático. “Primeiro, o paciente precisava passar por uma consulta médica e sair de lá com três documentos: uma receita, um laudo indicando que aquele seria o melhor tratamento para ele e um termo de responsabilidade assinado”, explica Gabriel Barbosa, analista de Desenvolvimento Regulatório e Projetos Científicos da HempMes Brasil. A empresa foi a primeira a importar um produto à base de Cannabis com autorização da justiça, em 2014. 
E não parava por aí. Depois disso, o paciente ainda tinha que fazer um cadastro e entrar com um pedido de liberação na ANVISA. Esta, por sua vez, escalava um corpo técnico, que era encarregado de analisar caso a caso. “Acontece que são tantos os pedidos que o procedimento levava mais de dois meses. Sem contar o tempo de importação do item, que durava cerca de duas semanas porque não podíamos ter um estoque aqui no país”, conta o especialista. 


Até os anos 30, maconha era vendida nas farmacias para uma infinidade de doenças como asma e cansaço, era conhecido como cigarro de índio, foi banida das farmácias em 1938 e depois de 82 anos, ela voltará as farmácias de novo.

E agora? 
A partir da resolução da ANVISA, produtos à base de Cannabis para fins terapêuticos poderão ser vendidos em farmácias e drogarias do Brasil (as comuns, e não de manipulação). Eles serão encontrados no uso oral ou nasal, e em forma de comprimidos, líquidos ou soluções oleosas. E poderão ser receitados para o tratamento de 60 patologias diferentes. 
O acesso a eles continuará sendo controlado e, apesar de não terem sido classificados pela Agência como medicamentos, eles seguirão as mesmas normas dos remédios que necessitam de receitas do tipo A e B, dependendo da concentração de canabinoides existentes neles. “Ou seja, ainda será necessária a receita médica e um termo de consentimento para a compra do produto. Mas a grande vantagem é que, com eles registrados e comercializados aqui, a pessoa sai da consulta, passa na farmácia e já pode iniciar o tratamento”, diz Gabriel. 
Além disso, o custo deve diminuir bastante. “A estimativa é que haja uma redução de até 75% do preço do produto. Um grande avanço para as famílias que não têm condições de arcar com as despesas”, explica Viviane Torres, advogada que dirige o Torres & Torres Sociedade de Advogados. “Outro fator que poderia melhorar o preço seria ter o plantio liberado aqui no país, mas ele não foi”, complementa Gabriel. 
Apesar de variar muito, os gastos para manter um tratamento como esses vão de R$500,00 até R$ 4 mil por mês. E vale lembrar que o uso recreativo da planta era e continuará sendo proibido. 

Efeitos no organismo
Os produtos à base de Cannabis para uso terapêutico ainda geram muito preconceito. Afinal, a mesma planta também pode ser usada para fins que envolvem questões muito mais polêmicas. Contudo, para a ciência, já foi comprovado que ela possui diversas substâncias, denominadas canabinoides, que podem trazer benefícios para o tratamento de certas doenças. É o caso do CBD (canabidiol) e THC (tetra-hidrocanabidiol), os mais estudados atualmente e que irão compor os óleos e comprimidos vendidos no Brasil. Mas qual a diferença entre eles? 
“O THC é o responsável por provocar o famoso ‘barato’ no organismo – alterações no comportamento que também podem trazer vantagens medicinais”, explica Gabriel. Já o CBD não causa esse efeito, sendo mais usado para fins terapêuticos. 
Ainda de acordo com ele, diversos sintomas podem ser diminuídos pelas duas substâncias. Ele deu alguns exemplos: 
Epilepsia: “Há o controle das crises. Pessoas que tinham de 80 a 100 convulsões na semana passam a ter poucas no mês. Isso reflete diretamente no aprendizado e desenvolvimento do paciente”; 
Alzheimer: “Os canabinoides são anti-inflamatórios e antioxidantes. E têm um efeito neuro protetor, podendo aliviar os sintomas da doença ou até retardar o seu avanço. O paciente percebe uma melhora na memória”;
Parkinson: “O principal sintoma da doença de Parkinson é o tremor. E é justamente ele que é reduzido com o uso dos canabinoides”. 

Substância no esporte
Fala-se até nos benefícios dos canabinoides para os atletas. Desde 2018, a Agência Mundial Anti-Doping (Wada, em inglês), tirou o canabidiol da lista de substâncias que configuram doping. Sabe por quê? “É muito comum atletas de alto rendimento sentirem dores musculares intensas após uma competição ou treino. Mas eles não podem parar – têm que cumprir prazos e entregar mais resultados. Muitos deles, para aliviar o desconforto, recorrem ao ibuprofeno. Mas agora podem recorrer ao CBD, que traz menores efeitos colaterais, faz o atleta dormir melhor e ajuda na recuperação”, diz Gabriel. 

E as discussões continuam…
Por enquanto, os produtos com as substâncias não serão fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para a advogada Viviane, esse é um avanço que ainda está longe de acontecer, mas que deve ser discutido desde já. “Fiz parte de um processo na justiça que lutou para conseguir um produto para uma criança cuja família não tinha condições. Foi uma grande vitória, mas que demorou bastante e teve várias fases e desdobramentos”, conta. 







2020: A Era Do Futuro

                   2020: A Era Do Futuro


01 01 2020



Estamos vivendo em plena era futurista, um era nunca antes vivida, uma era de ciência e modernidade, onde as religiões não tem mais sentido.

sejam bem vindos ao ano de 2020!


sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Art of Fighting (Arcade) Playthrough as Ryo Sakazaki

Vídeo Game

Arcade/Mame


                         



Art of Fighting
Produtora(s) - SNK
Editora(s) - SNK
Plataforma(s) - Neo-Geo
Neo-Geo CD
Neo-Geo X
PC Engine
SNES
Mega Drive
Wii (Virtual Console)
Playstation
PlayStation 2
Data(s) de lançamento - Japão e EUA: 1992
Gênero(s) - Jogo de luta
Modos de jogo - Single Player e Multiplayer



Art of Fighting (龍虎の拳 Ryuuko no Ken?) é uma trilogia de jogos de luta lançada para a plataforma Neo Geo no início da década de 90. Foi a segunda franquia de jogos de luta criada pela SNK, logo após a série Fatal Fury, que acontece no mesmo universo fictício. O Art of Fighting original foi lançado em 1992 e teve duas sequências: Art of Fighting 2 (龍虎の拳2?) em 1994 e Art of Fighting 3: The Path of the Warrior (ART OF FIGHTING 龍虎の拳 外伝?) em 1996.

Art of Fighting foi baseado em uma história em formato mangá. No jogo, a família Sakazaki passa por uma crise ao descobrirem que a irmã mais nova de Ryo Sakazaki, Yuri, fora raptada. Ryo conta com a ajuda de seu melhor amigo Robert Garcia, que também é seu rival dentro do tatame. Os dois passam a percorrer toda a cidade em busca de pistas, encontrando sujeitos pouco convencionais dentro de lugares estratégicos como o dojô de Todoh, a periferia (“Downtown”), o “Bar do Mack”, e até uma base militar.

Os encontros de Ryo e Robert com os homens que guardam esses lugares não são muito diplomáticos: a conversa logo vira provocação, e a briga se inicia. A missão do jogador portanto é descobrir o cativeiro onde Yuri está mantida refém, usando tudo o que sabe nas artes marciais.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Alien vs Predator - ( Mame / Arcade ) - Full Playthrough - No Death

Vídeo Game

Arcade/Mame
                                        


Desenvolvedor (es) - Capcom
Publisher (s) - Capcom
Designer (es) - Tetsuya Iijima
Toshihiko Uda
Jun Matsumura
Programadores - Cham Cho Choy
Arikichi Kiyoko
Yoshihiro Kimura
Artista (s) - Yoko Fukumoto
Hisashi Kisanuki
Chika Iwai
Compositor (es) - Hideki Okugawa 
Plataforma (s) - videogames
Lançamento - 20 de maio de 1994 
Gênero (s) - beat 'em up/briga de rua
Modo (s) - Até 3 jogadores simultaneamente
Gabinete - Padrão
Sistema - Arcade CPS-2 - JAMMA
CPU - Motorola 68000 (16 MHz)
Som - QSound (4 MHz)
Exibição Varredura, 384 x 224 pixels (horizontal), 4096 cores



Alien vs Predator (エイリアンVSプレデター) é um jogo de briga de rua criado em 1994, desenvolvido e lançado pela Capcom para o sistema arcade CPS-2. Foi baseado na franquia de ficção científica de 
mesmo nome. No jogo, os jogadores controlam até três dos quatro 
personagens:o major holandês Dutch (Schwarzenegger) Schaefer, 
Linn Kurosawa, um Predador Guerreiro e um Predadador caçador, 
em uma batalha contra as hordas de alienígenas e soldados humanos 
corruptos. O jogo foi muito bem recebido pelo público e pelas 
publicações da mídia, tornando-se um título clássico para muitos 
fãs do gênero beat 'em up/briga de rua.



sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Friday The 13 - Sexta-Feira 13



Sexta-Feira 13 de Setembro de 2019

                                             


Sexta-feira 13 (no original, em inglês: Friday the 13th) é uma franquia de terror americana que conta com doze filmes slasher, um programa de televisão, romances, histórias em quadrinhos, jogos eletrônicos e produtos tie-in. A franquia concentra-se principalmente no personagem fictício Jason Voorhees, o qual se afogou, quando garoto, em Camp Crystal Lake devido à negligência da equipe do acampamento. Décadas depois, surgem boatos de que o lago está "amaldiçoado" e este, conseqüentemente, torna-se o cenário de uma série de assassinatos em massa. Jason é destaque em todos os filmes, seja como matador ou como motivação para os assassinatos. O filme original foi escrito por Victor Miller e produzido e dirigido por Sean S. Cunningham. Ao total, as películas arrecadaram mais de 529 milhões de dólares nas bilheterias mundial. Desse modo, firmou-se como a franquia de terror de maior bilheteria do mundo. 


Frank Mancuso, Jr., produtor dos filmes, também desenvolveu o programa de televisão Friday the 13th: The Series após a Paramount ter lançado Jason Lives. O programa não foi conectado à franquia de filmes por nenhum personagem ou cenário, mas foi criado com base na ideia de "má sorte e maldições" apresentadas no cinema. Enquanto a franquia cinematográfica era de propriedade da Paramount, quatro filmes foram adaptados para romances, tendo Friday the 13th Part III sido adaptado por dois autores diferentes. Quando a franquia foi vendida para a New Line Cinema, Cunningham retornou como produtor para supervisionar dois filmes adicionais, além de um filme crossover com o personagem Freddy Krueger, da série de A Nightmare on Elm Street. Com New Line Cinema, treze novelas e várias séries de histórias em quadrinhos com Jason foram publicadas.



Embora os filmes não tivessem sido populares entre os críticos, Friday the 13th é considerada uma das franquias de mídia de maior sucesso nos Estados Unidos - não apenas pelo sucesso dos filmes, mas também pelo extenso merchadising e repetidas referências à série na cultura popular. Sua popularidade gerou uma base de fãs que criaram seus próprios filmes, réplica do traje e máscara de Jason Voorhees e tatuaram seus corpos. A máscara de hóquei de Jason Voorhees é uma imagem amplamente reconhecida dentro do gênero terror e na cultura popular.


Filmografia


Sexta Feira 13 (1980) 

                                                                 
Sexta-Feira 13 - Parte 2 (1981) 

                                                                         
Sexta-Feira 13 - Parte III (1982) 

                                                              

Sexta-Feira 13 - O Capítulo Final (1984)
     
                                                                                                                                                                                                                               


Sexta-Feira 13 Parte V - Um Novo Começo (1985)                                                                                  
                                                         

Sexta-Feira 13 Parte VI - Jason Vive (1986) 

                                                      


Sexta-Feira 13 Parte VII - A Matança Continua (1988) 

                                                    

Sexta-Feira 13 Parte VIII - Jason Ataca Nova York (1989)
                                                             
                                                    

Jason Vai Para o Inferno - A Última Sexta-Feira (1993)

Jason X (2001)

Freddy X Jason (2003)

Sexta-Feira 13 (2009)

                           


His Name Was Jason 30 Years Of Friday The 13th (2009) Documentário  

  


Bonecos

                              






Games


Friday the 13th é um videojogo de survival horror publicado pela LJN e desenvolvido pela desenvolvedora japonesa de videojogos Atlus para a consola de videojogos da Nintendo Entertainment System em 1989. É uma adaptação da sexta-feira 13 da série de filmes.





Friday the 13th: The Game é um jogo eletrônico de gênero survival desenvolvido pela IllFonic, e publicado pela Gun Media. É baseado na franquia de filmes de mesmo nome de propriedade da Paramount Pictures. Foi lançado em 26 de maio de 2017 para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One.






Versão Friday the 13 NES

Referências

Grove, David, 1973- (2005). Making Friday the 13th : the legend of Camp Blood 1.ª ed. Godalming: FAB Press. ISBN 1903254310. OCLC 56649339
«Friday the 13th». Box Office Mojo. Consultado em 16 de julho de 2019
«Halloween Movies at the Box Office». Box Office Mojo. Consultado em 16 de julho de 2019
Grove 2005, p. 189–196.
 Avallone, Michael.; Watson, Carol.; Popescu, Petru, 1944- (1982). Friday the 13th. Part 3. 3-D : a novel. Cammeray [N.S.W.]: Nordon Publications. ISBN 0725512814. OCLC 27563581
 Hawke, Simon. (1988). Friday the 13th, part III : a novel based on the motion picture Friday the 13th--part III. New York: New American Library. ISBN 0451153111. OCLC 17889419
 «Top 25 Movie Franchises of All Time: #7 -». IGN. 18 de dezembro de 2006. Consultado em 16 de julho de 2019
Kemble, Gary (13 de janeiro de 2006). «Articulate: Movie Minutiae: the Friday the 13th series (1980-?)». ABC. Consultado em 16 de julho de 2019
Bibliografia[
Grove, David (2005). Making Friday the 13th: The Legend of Camp Blood. Reino Unido: FAB Press. 256 páginas. ISBN 1-903254-31-0