sábado, 20 de fevereiro de 2021

Dinossauros - FÓSSIL DO MAIOR TIRANOSSAURO DO MUNDO É RECONSTRUÍDO NO CANADÁ

                       



Ano 26/03/2019 

A equipe de paleontólogos anunciou que o animal media cerca de 13 metros, o dobro do esperado para outros membros da mesma espécie

Paleontólogos da Universidade de Alberta, no Canadá, reconstruíram por completo o fóssil de um tiranossauro que media cerca de 13 metros e pesava quase nove toneladas. Batizado de Scotty, o animal viveu há 66 milhões de anos, no território que hoje é o estado canadense de Saskatchewan.

A equipe de pesquisadores do Canadá anunciou que a descoberta se trata do maior fóssil de tiranossauro já encontrado na história, e também o mais velho. O animal tinha mais ou menos 30 anos quando morreu, superando a expectativa de vida para sua espécie.



O esqueleto completo 


Os ossos do tiranossauro foram encontrados na década de 90. Entretanto, só agora os cientistas conseguiram remover o material extra dos fósseis, realizaram uma análise cuidadosa no esqueleto e finalmente puderam montá-lo por completo.

Muitas marcas e cicatrizes encontradas na análise mostram que o bicho teve uma existência violenta. Marca fundamental por se tratar do maior dinossauro carnívoro que já existiu.

O tiranossauro, que viveu no final do Período Cretáceo, deve integrar em uma futura exposição no Museus Real de Saskatchewan.





sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Folclore Brasileiro - Muguibu, O ser folclórico da floresta do litoral do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco.

                            

                       

                  Ser folclórico da floresta do litoral do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco.

Entidade do folclore Pernambucano Brasileiro. a primeiras citações sobre Muguibu são seculo 17 no Cabo de Santo Agostinho e é um verdadeiro mistério, como ele surgiu.  Este ser habita as matas da praia de Gaibu, Sitio Nazaré, Calhetas e matas locais. Só os idosos antigos sabiam dessa lenda, que já vinha desde os seus antepassados. pois diziam na época que o avistaram nas matas praieiras. 

Ser medonho e assustador. Muguibu era alto e tinha o corpo todo coberto de musgos, galhos, raízes e plantas. com cabeça humana metade negro africano, metade índio Pernambucano.

Do lado direito, uma cabeça de Teiú e do lado esquerdo, uma cabeça de Timbu.

Quem o vise nas profundezas destas florestas e matas, depois o procuravam mais não a achavam mais, pois ele some do nada. no mesmo dia a pessoa que o avistou, ficava muita assutada, pois a visão era terrível e a noite tinha um terrível pesadelo, o próprio Muguibu o perseguia por toda a mata. 

Ele só aterroriza quem maltrata a mata e a fauna local, como caçadores e destruidores das florestas. é um ser sobrenatural defensor da natureza e não matava ninguém. só o pesadelo enlouquecia o afortunado avistador.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Anvisa libera venda de produtos à base de Cannabis no Brasil

Anvisa libera venda de produtos à base de 
Cannabis no Brasil




Entenda o que muda com a decisão e esclareça suas dúvidas a respeito da questão

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou a venda de produtos à base da planta Cannabis para uso exclusivamente terapêutico no Brasil. A decisão, que passa a valer daqui a 90 dias e com validade de três anos, foi considerada um avanço por importantes setores da área médica e legal. Mas não deixou de levantar discussões e muitas dúvidas a respeito. Consultamos dois especialistas para entender melhor sobre o uso desses produtos. Confira: 

Como era antes
Até o começo de dezembro de 2019, apenas a importação de produtos à base de Cannabis (para uso terapêutico) era permitida. Contudo, para uma pessoa ter acesso a um tratamento com o extrato ou óleo, era preciso um longo processo burocrático. “Primeiro, o paciente precisava passar por uma consulta médica e sair de lá com três documentos: uma receita, um laudo indicando que aquele seria o melhor tratamento para ele e um termo de responsabilidade assinado”, explica Gabriel Barbosa, analista de Desenvolvimento Regulatório e Projetos Científicos da HempMes Brasil. A empresa foi a primeira a importar um produto à base de Cannabis com autorização da justiça, em 2014. 
E não parava por aí. Depois disso, o paciente ainda tinha que fazer um cadastro e entrar com um pedido de liberação na ANVISA. Esta, por sua vez, escalava um corpo técnico, que era encarregado de analisar caso a caso. “Acontece que são tantos os pedidos que o procedimento levava mais de dois meses. Sem contar o tempo de importação do item, que durava cerca de duas semanas porque não podíamos ter um estoque aqui no país”, conta o especialista. 


Até os anos 30, maconha era vendida nas farmacias para uma infinidade de doenças como asma e cansaço, era conhecido como cigarro de índio, foi banida das farmácias em 1938 e depois de 82 anos, ela voltará as farmácias de novo.

E agora? 
A partir da resolução da ANVISA, produtos à base de Cannabis para fins terapêuticos poderão ser vendidos em farmácias e drogarias do Brasil (as comuns, e não de manipulação). Eles serão encontrados no uso oral ou nasal, e em forma de comprimidos, líquidos ou soluções oleosas. E poderão ser receitados para o tratamento de 60 patologias diferentes. 
O acesso a eles continuará sendo controlado e, apesar de não terem sido classificados pela Agência como medicamentos, eles seguirão as mesmas normas dos remédios que necessitam de receitas do tipo A e B, dependendo da concentração de canabinoides existentes neles. “Ou seja, ainda será necessária a receita médica e um termo de consentimento para a compra do produto. Mas a grande vantagem é que, com eles registrados e comercializados aqui, a pessoa sai da consulta, passa na farmácia e já pode iniciar o tratamento”, diz Gabriel. 
Além disso, o custo deve diminuir bastante. “A estimativa é que haja uma redução de até 75% do preço do produto. Um grande avanço para as famílias que não têm condições de arcar com as despesas”, explica Viviane Torres, advogada que dirige o Torres & Torres Sociedade de Advogados. “Outro fator que poderia melhorar o preço seria ter o plantio liberado aqui no país, mas ele não foi”, complementa Gabriel. 
Apesar de variar muito, os gastos para manter um tratamento como esses vão de R$500,00 até R$ 4 mil por mês. E vale lembrar que o uso recreativo da planta era e continuará sendo proibido. 

Efeitos no organismo
Os produtos à base de Cannabis para uso terapêutico ainda geram muito preconceito. Afinal, a mesma planta também pode ser usada para fins que envolvem questões muito mais polêmicas. Contudo, para a ciência, já foi comprovado que ela possui diversas substâncias, denominadas canabinoides, que podem trazer benefícios para o tratamento de certas doenças. É o caso do CBD (canabidiol) e THC (tetra-hidrocanabidiol), os mais estudados atualmente e que irão compor os óleos e comprimidos vendidos no Brasil. Mas qual a diferença entre eles? 
“O THC é o responsável por provocar o famoso ‘barato’ no organismo – alterações no comportamento que também podem trazer vantagens medicinais”, explica Gabriel. Já o CBD não causa esse efeito, sendo mais usado para fins terapêuticos. 
Ainda de acordo com ele, diversos sintomas podem ser diminuídos pelas duas substâncias. Ele deu alguns exemplos: 
Epilepsia: “Há o controle das crises. Pessoas que tinham de 80 a 100 convulsões na semana passam a ter poucas no mês. Isso reflete diretamente no aprendizado e desenvolvimento do paciente”; 
Alzheimer: “Os canabinoides são anti-inflamatórios e antioxidantes. E têm um efeito neuro protetor, podendo aliviar os sintomas da doença ou até retardar o seu avanço. O paciente percebe uma melhora na memória”;
Parkinson: “O principal sintoma da doença de Parkinson é o tremor. E é justamente ele que é reduzido com o uso dos canabinoides”. 

Substância no esporte
Fala-se até nos benefícios dos canabinoides para os atletas. Desde 2018, a Agência Mundial Anti-Doping (Wada, em inglês), tirou o canabidiol da lista de substâncias que configuram doping. Sabe por quê? “É muito comum atletas de alto rendimento sentirem dores musculares intensas após uma competição ou treino. Mas eles não podem parar – têm que cumprir prazos e entregar mais resultados. Muitos deles, para aliviar o desconforto, recorrem ao ibuprofeno. Mas agora podem recorrer ao CBD, que traz menores efeitos colaterais, faz o atleta dormir melhor e ajuda na recuperação”, diz Gabriel. 

E as discussões continuam…
Por enquanto, os produtos com as substâncias não serão fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para a advogada Viviane, esse é um avanço que ainda está longe de acontecer, mas que deve ser discutido desde já. “Fiz parte de um processo na justiça que lutou para conseguir um produto para uma criança cuja família não tinha condições. Foi uma grande vitória, mas que demorou bastante e teve várias fases e desdobramentos”, conta. 







2020: A Era Do Futuro

                   2020: A Era Do Futuro


01 01 2020



Estamos vivendo em plena era futurista, um era nunca antes vivida, uma era de ciência e modernidade, onde as religiões não tem mais sentido.

sejam bem vindos ao ano de 2020!


sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Art of Fighting (Arcade) Playthrough as Ryo Sakazaki

Vídeo Game

Arcade/Mame


                         



Art of Fighting
Produtora(s) - SNK
Editora(s) - SNK
Plataforma(s) - Neo-Geo
Neo-Geo CD
Neo-Geo X
PC Engine
SNES
Mega Drive
Wii (Virtual Console)
Playstation
PlayStation 2
Data(s) de lançamento - Japão e EUA: 1992
Gênero(s) - Jogo de luta
Modos de jogo - Single Player e Multiplayer



Art of Fighting (龍虎の拳 Ryuuko no Ken?) é uma trilogia de jogos de luta lançada para a plataforma Neo Geo no início da década de 90. Foi a segunda franquia de jogos de luta criada pela SNK, logo após a série Fatal Fury, que acontece no mesmo universo fictício. O Art of Fighting original foi lançado em 1992 e teve duas sequências: Art of Fighting 2 (龍虎の拳2?) em 1994 e Art of Fighting 3: The Path of the Warrior (ART OF FIGHTING 龍虎の拳 外伝?) em 1996.

Art of Fighting foi baseado em uma história em formato mangá. No jogo, a família Sakazaki passa por uma crise ao descobrirem que a irmã mais nova de Ryo Sakazaki, Yuri, fora raptada. Ryo conta com a ajuda de seu melhor amigo Robert Garcia, que também é seu rival dentro do tatame. Os dois passam a percorrer toda a cidade em busca de pistas, encontrando sujeitos pouco convencionais dentro de lugares estratégicos como o dojô de Todoh, a periferia (“Downtown”), o “Bar do Mack”, e até uma base militar.

Os encontros de Ryo e Robert com os homens que guardam esses lugares não são muito diplomáticos: a conversa logo vira provocação, e a briga se inicia. A missão do jogador portanto é descobrir o cativeiro onde Yuri está mantida refém, usando tudo o que sabe nas artes marciais.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Alien vs Predator - ( Mame / Arcade ) - Full Playthrough - No Death

Vídeo Game

Arcade/Mame
                                        


Desenvolvedor (es) - Capcom
Publisher (s) - Capcom
Designer (es) - Tetsuya Iijima
Toshihiko Uda
Jun Matsumura
Programadores - Cham Cho Choy
Arikichi Kiyoko
Yoshihiro Kimura
Artista (s) - Yoko Fukumoto
Hisashi Kisanuki
Chika Iwai
Compositor (es) - Hideki Okugawa 
Plataforma (s) - videogames
Lançamento - 20 de maio de 1994 
Gênero (s) - beat 'em up/briga de rua
Modo (s) - Até 3 jogadores simultaneamente
Gabinete - Padrão
Sistema - Arcade CPS-2 - JAMMA
CPU - Motorola 68000 (16 MHz)
Som - QSound (4 MHz)
Exibição Varredura, 384 x 224 pixels (horizontal), 4096 cores



Alien vs Predator (エイリアンVSプレデター) é um jogo de briga de rua criado em 1994, desenvolvido e lançado pela Capcom para o sistema arcade CPS-2. Foi baseado na franquia de ficção científica de 
mesmo nome. No jogo, os jogadores controlam até três dos quatro 
personagens:o major holandês Dutch (Schwarzenegger) Schaefer, 
Linn Kurosawa, um Predador Guerreiro e um Predadador caçador, 
em uma batalha contra as hordas de alienígenas e soldados humanos 
corruptos. O jogo foi muito bem recebido pelo público e pelas 
publicações da mídia, tornando-se um título clássico para muitos 
fãs do gênero beat 'em up/briga de rua.